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Saúde divulga boletim epidemiológico de Maceió

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A Coordenação de Análise Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) notificou, até a 24ª Semana Epidemiológica (SE) deste ano (12 a 18 de junho), 4.193 casos de doenças e agravos residentes em Maceió. Os que apresentaram o maior número absoluto de casos foram dengue, animais peçonhentos e atendimento antirrábico.

De acordo com o Boletim, com informações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foram notificados este ano 2.551 casos de dengue para 2.230 no mesmo período de 2015. Até agora, foram confirmados 1.275 casos e em 2015, foram confirmados 1.988.

Os acidentes com animais peçonhentos têm 2.038 casos notificados em 2015, e este ano, até agora, 561 casos. Animais peçonhentos são reconhecidos como aqueles que produzem ou modificam algum veneno e possuem algum aparato para injetá-lo na sua presa ou predador. Alguns desses animais mais conhecidos são: cobras, escorpiões, aranhas, mariposas e suas lavras, abelhas, formigas, besouros, lacraias, águas-vivas e caravelas.

A maioria desses acidentes com animais peçonhentos foram registrados no 2º e 5º Distrito Sanitário da capital, com 138 e 55 notificações, respectivamente.

O atendimento antirrábico, atenção às pessoas que foram mordidas, arranhadas ou tiveram contato com secreções de animais domésticos que podem estar infectados com raiva, notificou este ano 372 casos. Em 2015, foram registrados 2.096 casos. O cão é o principal transmissor da raiva no país, seguido dos gatos.

Doenças diarreicas agudas

Este ano, foram registrados no Sistema de Vigilância das Doenças Diarréica Aguda (SIVEP_DDA) nessas 24 Semanas Epidemiológicas, 7.834 casos de diarreia. Comparando-se o mesmo período com 2015, observa-se que houve um acréscimo de aproximadamente 52,20% no número de notificações de casos de diarreia entre os residentes de Maceió. A faixa etária mais acometida foi de 10 anos ou maiores que isso, e de 1 a 4 anos.

Pessoas com 10 anos ou mais foram registrados 3.848 casos, que representa o percentual de quase 50%. Já na faixa etária de 1 a 04 anos foram notificados 2.139 casos, representando um percentual de 27,30%.

Coqueluche

Este ano, até agora, foram notificados nove casos para o agravo “coqueluche” entre os residentes de Maceió.  É importante ressaltar que a falta de oportunidade da informação para o período dificulta a comparação com o ano anterior. Foram cinco casos para o sexo feminino e quatro, para o masculino. Desse total, seis deles foram registrados m bebês com menos de um ano de idade. A maior ocorrência foi no 7ºDS, com quatro casos, com maior incidência no bairro do Tabuleiro dos Martins.

De forma geral, todo indivíduo com tosse d qualquer tipo por mais de 10 dias associada a um ou mais dos principais sinais e sintomas mais notificados com histórico de contato com caso confirmado de coqueluche por critério laboratorial deverá ser notificado com suspeito. Dos nove casos notificados, três foram confirmados.

As recomendações para a doença é a de aumentar a cobertura vacinal; fornecer a Azitromicina fármaco de escolha, para tratamento de caso suspeito; bloqueio vacinal até 72 horas da notificação; descentralizar a coleta da secreção nasofaringe para pesquisa da Bordetella Pertussis (bactéria responsável pela infecção); realizar a coleta da secreção da nasofaringe até 3º dia após o início da antibioticoterapia; realizar vigilância dos comunicantes escolares em 100% dos casos notificados.

Ascom/SMS

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