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Técnicos elaboram projeto de reurbanização para áreas afetadas por instabilidade

Técnicos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente (Sedet) trabalham no projeto preliminar do Plano de Ações Macroestratégicas para os bairros de Bebedouro, Mutange, Pinheiro e Bom Parto. O documento contém o planejamento urbano para as áreas desocupadas nos bairros afetados por instabilidade de solo decorrente da extração de sal. O plano foi apresentado aos representantes da Braskem, secretarias e órgãos municipais, Defesa Civil e representantes do Instituto do Meio Ambiente (IMA).

Projeção de reurbanização da Rua Major Cicero de Goes Monteiro, no Mutange. Divulgação

O plano propõe ações para reurbanização das áreas desocupadas, por meio da criação de um corredor ecológico interligando o Horto Florestal e o Parque Municipal, a construção de uma estrada parque na avenida Major Cicero  de Goes Monteiro e a manutenção das Unidades Especiais de Preservação (UEPs), considerando a importância do patrimônio arquitetônico local para a cidade de Maceió.

O projeto também contempla a recomposição do mangue, o reposicionamento do trilho do VLT, reaproveitamento dos resíduos das demolições em área degradada para engorda e limpeza da Lagoa Mundaú, com reurbanização da orla lagunar e implantação de uma grande área de reflorestamento com espécies da Mata Atlântica.

De acordo com a proposta, deverá ser criada uma Via Perimetral para escoamento do trânsito da Rua General Hermes, na Cabona, até a o bairro de Santa Amélia. A Estrada Parque será implementada com o rebaixamento dos trilhos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que seguirá pela área de UEPs. A região tem seis UEPs e prédios históricos em 16 ruas dos bairros afetados.

Nesta região está prevista uma área de uso institucional, com trânsito restrito, urbanização diferenciada e orla requalificada.

O aterramento de parte das margens da lagoa na área do Bom Parto será feito com o material de demolição dos imóveis nas áreas de alto risco, reduzindo o impacto que o descarte volumoso desses materiais provocaria no Aterro Sanitário. Esta área irá compor o corredor ecológico que visa à recuperação florestal e do mangue local.

O projeto só poderá ser implantado após a estabilização do solo e controle da sedimentação, por isso, trata-se de propostas preliminares e estudos de viabilidade técnica. A estimativa é de que o conjunto das ações propostas esteja implementado nos próximos 10 anos. No momento, o projeto está sendo estruturado e após os ajustes de viabilidade técnica, será discutido com a sociedade.

Além da comunidade local, o plano deverá ser debatido com outros segmentos da sociedade, envolvendo órgãos de controle as instituições de ensino superior (IES).

Ascom Sedet

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