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O Câncer de Mama

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O câncer de mama

Considerado o câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 28% de novos casos da doença a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência em todo o mundo e segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é de 59.700 novos casos sejam detectados este ano no Brasil.

O controle do câncer de mama é hoje uma prioridade da agenda de saúde do país e integra o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, lançado pelo Ministério da Saúde em 2011.

Criado em 2014 como estratégia de difusão de informações, mobilização social e promoção das atividades de prevenção e detecção precoce do câncer de mama, o Maceió Rosa divulga as ações de saúde e cuidados relacionados às pacientes, além de promover atividades de conscientização e informações epidemiológicas sobre o câncer. As ações se estendem durante todo o mês de outubro, em consonância com a mobilização nacional Outubro Rosa, dedicada à prevenção e diagnóstico do câncer de mama.

O Autoexame

O autoexame é importante para que a mulher conheça melhor o seu corpo e tenha facilidade em perceber alguma alteração nas mamas, como presença de caroço; retração de pele não associada à inflamação; mudança no formato, na textura ou no tamanho do seio; inversão do mamilo ou saída de secreção. É comprovado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) que a maioria dos casos (66,2%), é a própria mulher que percebe os primeiros sinais da doença, por meio da apalpação das mamas. O toque permite sentir nódulos a partir de 1 centímetro de comprimento. Importante lembrar que quanto mais cedo for descoberto, mais fácil será combatê-lo.

Caso detectado, a mulher deve procurar um médico o quanto antes, pois apenas ele poderá diagnosticar a doença. Para isso, exames complementares deverão ser solicitados, como mamografias. O exame clínico anual pode ser realizado pelo ginecologista ou pelo mastologista.

Confira:

Passo a passo para o atendimento médico na rede municipal

1º passo: Na Unidade Básica de Saúde é feito o exame clínico e a solicitação para a mamografia;

2º passo: O exame é realizado na rede de atendimento conveniada ao SUS (o encaminhamento é feito na própria Unidade de Saúde);

3º passo: Com o resultado em mãos, a paciente retorna à Unidade para a avaliação dos exames pelo clínico geral. Se for apresentada alguma suspeita no resultado, a paciente é encaminhada (através da regulação – CORA) para uma consulta com mastologista no Pam Salgadinho, 2º Centro de Saúde ou em instituições referenciadas pela Secretaria Municipal de Saúde. O especialista pode solicitar novos exames mais detalhados, por meio do CORA.

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